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Quero alguém para chamar de meu. Não faço questão de ser a única na vida dele, mas quero que ele esteja lá quando eu chamar, que me abrace quando eu estiver precisando de carinho, que atenda meus telefonemas quando eu ligue, não importa a hora. E acima de tudo, que quando eu estiver cansada de correr atrás, eu ouça meu telefone tocar me chamando para tomar sorvete.
Tudo isso é culpa da Isabô Melina que apronto às 12h48
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[ Manda pra alguém ]
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Queria ser inconstante.
Queria ser inconstante como certas pessoas. Pessoas que não importa a importância, elas não se importam. Essas pessoas que se vêem em livros que não tem uma família pra voltar, que não tem amigos pra telefonar e nenhum amor pra passar o tempo. E essas pessoas são felizes assim.
Queria ser inconstante como certas mulheres. Destas que cada dia estão na cama de um. Que cada dia estão em um trabalho. Que trocam de amores como quem troca de roupa.
E essas mulheres são felizes assim.
Queria ser inconstante como certos homens. Homens que cada dia tem uma mulher diferente nos braços. Que sempre beijam outras bocas e que sempre voltam pra outras casas. Esses homens que não precisam ir beber cerveja no mesmo bar e que não precisam contar suas coisas para os mesmo amigos. E esses homens são felizes assim.
Queria ser inconstante como certas crianças. Destas que brincam cada dia com um brinquedo. Que se apaixonam cada dia por uma imagem. Que cada dia tem um sonho diferente. Sonham ser bailarina, astronauta, artista, médico, jogador de futebol. E essas crianças são felizes assim.
Queria muito ser assim, mas não posso. Não posso viver cada dia com uma família diferente, porque eu amo a minha. Não posso fazer amigos novos todos os dias e me esquecer dos antigos, porque meus amigos são Inesquecíveis.
Não dá pra eu viver de cama em cama, de braço em braço, porque a cama em que adormeci foi a sua e o braço que me envolveu foi o seu.
E mais uma vez, não posso trocar de sonhos todos os dias. Porque meu sonhos são insubstituíveis até o momento que eu realiza-los.
Tudo isso é culpa da Isabô Melina que apronto às 23h25
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Porque tem gente qúe é tão importante pra gente que nem imagina a falta que faz... E por mais que a gente tente e por mais que a gente queira ficar junto dessas pessoas, vem a vida e tira tudo que faz a gente feliz..
Pessoas que você nunca esperava encontrar e quando conhece e se apega, elas tem que ir embora.. Mais uma vez todo mundo sai da minha vida... Como se fosse a coisa mais normal do mundo.. E mais uma vez a Isabô fica aqui se perguntando o que fazer, com medo de conhecer novas pessoas.. Mas uma coisa ela sabe.. Que por mais que todos saiam de perto dela.. Ela sempre vai poder contar com eles... Pra qualquer coisa em qualquer lugar.. Porque mesmo que eles não estiverem lá pra dar um abraço, só de ouvir a voz e os conselhos, já vai ser o suficiente pra fazê-la chorar e agradecer por um dia ter conhecido...
E mesmo que o Felipe tenha ido.. E mesmo que o Alex, o Erik, o this estejam indo.. E mesmo que o Wagner e o Rogério vão um dia.. Mesmo assim, a pessoa mais importante ficou e vai ficar pra sempre..
Te amo Isabella..
Tudo isso é culpa da Isabô Melina que apronto às 23h25
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ê saudade que bate no meu coração...
Incrível não? Existem pessoas que nós nem nos importamos com elas. Passam anos do nosso lado e elas nem fariam falta se fossem embora. Tenho vários colegas assim, por outro lado, existem pessoas que ficam conosco apenas um dia e nós quase morremos quando elas dizem que vão embora. E por incrível que pareça, você sabe que não pode fazer nada quanto a isso.
Elas vão e você fica. Talvez nem lembrem-se mais de você, mas você, não esquece delas. São pessoas que por um sorriso, uma palavra, um olhar faz com que você queira parar o mundo e ficar lá, pelo resto da vida, conversando, conhecendo, desvendendo seus segredos, vontades, saudades. Mas não tem como. Você vê ela hoje, sabe que foi importante pra essa pesssoa, mas e amanhã? Enquanto você fica a olhar a foto dela, a lembrar dela, ela não está mais nem aí, já conheceu outras pessoas, já se encantou com outros olhares, com outros sorrisos, com outras palavras, e você é obrigado a voltar pra sua cidade, a voltar a conversar com aquelas pessoas que você não faz a minima questão de encontrar.
E assim continua a vida, sem que você entenda certas coisas. Ano passado, foram 2 pessoas que marcaram a minha vida e que mesmo depois de 365 dias, eu não esqueci. Esse ano, foram 3. Ano que vem? Talvez nenhuma. E a saudade fica, e a vontade de vê-las trambém. Ficar mais um dia do lado delas, conversando, olhando nos olhos ou pelo menos olhando de longe.
Quem sabe ano que vem eu não as encontre?
Tudo isso é culpa da Isabô Melina que apronto às 15h24
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Na minha vida tudo vira brincadeira
Ela não é do tipo de garota que se contente com pouco, o que ela quer é mais.. Mais do que o mundo.. Ela vai te engolir se você chegar muito perto e depois, ahh, depois ela vai te vomitar em pedaços tão pequenos que você terá nojo de juntar.
E mesmo assim, você continuará a observá-la, admirando a coragem com que ela se move. Pessoas como ela não deveriam morrer. Pessoas como ela não deveriam nem nascer.
Fecha os olhos e imagina. Tenta colocar na sua mente uma figura baixa, pequena, de cabelos curtos e negros. E tente ver os olhos verdes brilhantes gritando por mais. Tente ver a boca vermelha implorando por você.
Depois disso, veja as lágrimas violando aquele rosto. E então... Perceba que todo o tempo foi perdido e que ela nunca mais estará ali.
Pique os olhos e volte a pensar. Olhe de novo. Veja aquela menina que sorri. Roupas coloridas e um sorriso tímido. Como é bom ser criança.
Olhe para baixo. Esfregue os olhos. Tente acreditar. Repare na malícia daquela moça que está na sua frente. O jeito como sorri e como te encanta.
E então tudo se desfaz e aquela adolescência infantil se esvai em um sono profundo que terminara com um novo dia onde tudo será igual. E a única lembrança desse encontro serão as marcas no rosto de cada um.
A Adolescência é assim.;!
Tudo isso é culpa da Isabô Melina que apronto às 17h07
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Idiota
Hoje, consegui de novo me sentir idiota. É incrível como isso tem se tornado freqüente na minha vida. Estava em um jantar, abaixei a cabeça e ri da minha própria idiotice. Como você se sentiria se estivesse, mesmo sem querer, tentando impressionar um homem com o dobro da sua idade e que você havia xingando uma semana antes de todos os nomes possíveis? E eu, além de tentar impressioná-lo, estava torcendo para que ele me notasse, para que ele me olhasse e me achasse, no mínimo, bonita.
Paixão? Não! Na verdade era admiração. Admiração porque o cara conseguiu, em menos da metade da vida dele, o que eu nunca conseguiria. Doutorado em Física. O cara era um crânio. E lá estava eu, uma simples adolescente de 15 anos esperando ansiosamente por um olhar. Foi exatamente aí que me senti uma idiota. Ele deve ter percebido porque sorriu pra mim. O fato é que, aquele homem foi um dos 6 jurados de uma feira multidisciplinar que teve na minha escola e a qual participei. Ele avaliou meu trabalho e fez tantas perguntas que cheguei a pensar besteiras dele. Mas no fundo simpatizei.
Juro que ele era a última pessoa que esperava encontrar naquele jantar. Comentei isso com ele. Bom, para resumo, ele chegou para conversar comigo e ficamos algumas horas(?!?) conversando, falando de outras pessoas e tudo mais. E aquele sentimento de admiração foi crescendo. O cara é realmente um gênio! Ele é tudo o que eu gostaria de ser na vida e um pouco mais do que eu nunca vou conseguir ser.
Tudo isso é culpa da Isabô Melina que apronto às 22h37
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Como um sonho
Me senti uma idiota sabia? Lá estava eu, depois de tanto tempo sem pensar em você, tentando te impressionar. Cara, não sou apaixonada por você não, mas que pago um pau, isso eu pago. Você é estiloso, legal, me faz rir e ainda por cima toca guitarra. Tinha tudo para ser perfeito.
Sempre vai estar ali, perto e longe. Como um sonho alto demais para mim. Relaxa, não to sofrendo não. Já me acostumei com a tua namorada. Já me acostumei com tudo. E até com o motivo pelo qual eu nunca teria chance com você.
Mas aquelas tardes que passamos juntos não me saem da cabeça, ahh, pode apostar que não. Você é estranho. Tem hora que ta no maior love comigo... Me chama pra sair, pra andar, pra conversar... E tem vez que some por semanas. Tudo bem, eu vou sobrevivendo. =]
As vezes até acho besteira gostar de alguém assim. Mas quando te vejo, volto a arrumar o cabelo, a me olhar no espelho e mais uma vez tentar ser aquela garota que você quer. Que bobagem... Não sei se iria querer algo com uma pessoa que eu gosto tanto.
Quer saber? Eu acho que eu ia querer sim. =]
Tudo isso é culpa da Isabô Melina que apronto às 00h16
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Eu tive tudo e não quis nada.
De repente eu não estava mais lá. As gargalhadas, os planos, tudo aquilo que me fazia sorrir junto com elas desapareceu. Foi só dizerem um nome. Fiquei séria e tentei disfarçar. Droga, não tinha como. Estava atordoada e fazia um esforço enorme para não ouvir o passado violando meus ouvidos e gritando insistentemente: “Hey, você escolheu assim, agora agüente as conseqüências”.
Falaram-me algo e forcei um sorriso. Elas não haviam percebido. Levantei-me e fui a passos lentos para o banheiro. Estava cheio e minha esperança de permanecer um pouco sozinha frustrou-se. Parei na frente do espelho, fitando meus próprios olhos.
De repente eu não estava mais lá. Um vazio exalava de mim como palavras de uma vida útil. Aquele rosto cansado pela noite mal dormida olhava-me com censura. Havia errado, eu sei.
Passei grande parte dos últimos seis meses lutando contra isso e afastando, a patadas, tudo o que me lembrava dele. Para mim era um assunto proibido. Não falava a ninguém.
E agora, ele havia voltado. Aquele garoto estava novamente dentro de mim como uma flecha rápida cortando a imensidão de uma vida solitária e atingindo no mesmo momento um coração imprestável. Abri a torneira e lavei o rosto, não sabia mais o que queria. Na verdade, eu sabia, mas não devia.
Então, imersa em meus pensamentos, fui dominada por uma dor intensa e, em uma fração de segundos, estava no chão, desviando-me com sorte da pia do banheiro, evitando que meu olho esquerdo fosse arrancado. Que droga!
Não precisei me virar para adivinhar quem era. Só havia uma pessoa que se comportava assim. E essa pessoa era a mesma que havia mordido meu rosto no dia anterior.
Maíra.
Como eu gosto dessa garota. Agora então, mais do que nunca. Ela me ajudou a levantar, rindo da minha cara assustada. Sentou-se na minha frente, no mármore negro que contrastava com a água que corria pela torneira.
Sorriu e começou uma narrativa animada sobre seu novo amor. Disse que estava apaixonada e que nunca se sentira assim. Tentei ficar feliz por ela. Juro que me esforcei ao máximo para prestar atenção no que ela me dizia. Sai-me bem até o momento que me deparei com minha imagem no espelho e tudo que vi foi uma garota idiota em uma tentativa frustrada de parecer melhor.
Sai e andei pelo corredor movimentado da escola e todas as pessoas pareciam iguais. Naquele momento percebi o quanto fui imatura há algum tempo atrás. Eu tive tudo e não quis nada.
Tudo isso é culpa da Isabô Melina que apronto às 21h28
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Adolescência infantil
Ela olha para você. Os olhos verdes cintilando na melancolia de uma adolescência vazia. Abre um sorriso. Passa a mão nos cabelos curtos e negros. Olha para baixo, envergonhada. O primeiro contato é sempre assim. Você se encanta com aquela garota que mais parece um anjo. Depois de alguns minutos conversando, então, está completamente fascinado.
Talvez quem não a conheça, acredite em suas palavras. Talvez quem não a conheça, acredite no que ela tem a dizer. Mas quem a conhece que não seja ela mesma? Quem se atreve a mergulhar nesse mundo de mistérios misturados à nostalgia de um dia sozinha em um quarto?
O que ela quer é apenas viver. Viver e cantar. Como ela gosta de cantar! Não leva jeito, isso é verdade, mas não se importa. Canta com sua alma, vomitando em cada nota um turbilhão de sons engraçados que entorpecem qualquer sentido de qualquer pessoa que esteja ouvindo.
Impossível parar de admirá-la. Ela olha pra você e você pode sentir o toque desse olhar na sua pele macia. De repente, o olhar não tem mais um brilho doce e toda a inocência desaparece. Ela olha para você com aqueles olhos verdes violados pelas lágrimas. Se você olhar atentamente, verá uma chama se apagar. São os sonhos afogados pela solidão de uma vida imprestável.
Ela absorve tudo. Pensamentos, sentimentos, sonhos. Sempre quer mais. Talvez mais do que realmente mereça. Ela olha para você. Os olhos cansados e sonolentos. Adormece. Dormindo parece santa. Vai voltar a sonhar. Mas dessa vez não com coisas boas e nem com o futuro. Voltará a ver os demônios de sua consciência.
Por que tem que ser assim? O cheiro que exala atrai todos ao seu redor. Estão loucos para devorá-la. Ela acorda e olha pra você. E dentro do seu coração nasce um amor incontrolável junto com a necessidade de destruí-la naquele momento. Acalme-se, ainda não é hora. Ela olha para você. Sorri um sorriso cansado de quem acaba de acordar de uma noite mal dormida.
Você não consegue parar de comê-la com os olhos. Quer sugar tudo para você. Não entende como alguém pode viver daquela forma. Tão simples e tão complicada. Inspirando amor e ódio. No fundo você a compreende uma compreensão quase maligna. E não consegue parar de admirá-la.
Como ela fica bonita naquele pijama. Como ela fica bonita lavando o rosto. Você fecha os olhos e sonha um milhão de futuros para aquela garota que está mais uma vez parada na sua frente. Ela olha para você. Os olhos verdes cintilando na melancolia de uma adolescência vazia. Abre um sorriso. Passa a mão nos cabelos curtos e negros. Olha para baixo, envergonhada. O primeiro contato é sempre assim.
Tudo isso é culpa da Isabô Melina que apronto às 20h49
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Garota Estranha
Ela não é perfeita, é apenas mais uma em um milhão. Uma adolescente estranha e fora do padrão imposto pela sociedade. Desde pequena era a mais quieta da escola, sempre no canto, afastada de tudo e de todos. Tinha o cabelo claro e olhos grandes e verdes. Era miúda, magra e de pernas finas, tudo desproporcional. Sua aparência nos dá um parâmetro para seu estilo. Desde pequena. Um bebê com cara de sapeca. Uma criança tímida e embirrada. Agora, seus cabelos pretos e curtos junto com os olhos adornados de preto, nos mostram a adolescente estranha que se tornou.
Salto alto, botas, blusas coloridas e calças jeans. Idéias estranhas, sorrisos, sonhos inalcançáveis e pensamentos confusos. Ela tem seu próprio estilo, ela sabe o que quer, mas não quer correr atrás. A garotinha mirrada agora cresceu com uma vontade louca de ser criança. Seus olhos denunciam a mulher inconseqüente, egoísta e narcisista que se encontra atrás daquele sorriso falso. As pessoas não a entendem, julgam seu modo de agir, seu estilo. Ninguém tem paciência para ouvi-la. Todos esperam que ela saiba a resposta, mas nem ao menos lhe dizem qual é a pergunta.
Não é culpa dela se o mundo é uma ilusão. Boné para trás escondendo o cabelo despenteado. Atitude de criança. Ela não quer crescer. O brilho nos olhos verdes mostra a forma como encara o mundo. Para ela é tudo faz de conta. Ela quer brincar, quer se divertir. Mas nunca ninguém está preparado. As mãos pintadas de caneta demonstram a decepção com o mundo.
Hipocrisia e falsidade. É o que ela vê. Todos lutando por valores como dinheiro e poder. É isso que ela quer. Adepta a um mundo capitalista, e acostumada a lutar para conseguir. Mas, seu espírito não quer se tornar adulto assim. Ela quer voltar para os contos de fada, mas infelizmente é muito tarde para isso. Ela já descobriu que não existem príncipes. Seus olhos se fecham e ela mergulha em sonhos que mais parecem utopia para a mente complicada que está no seu corpo. A adolescência é assim.
Tudo isso é culpa da Isabô Melina que apronto às 20h44
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O mundo ti fez assim?
Olhe para mim, você acha que eu vou mi render a qualquer comentário desnecessário feito pela sociedade? É apenas um bando de hipócritas que usam seu tempo da pior forma possível. Tentam ajudar alguns prejudicando outros. Eu sei o que é melhor para mim. Não pedi pra nascer, mas também não nasci pra perder. Quero fazer minhas próprias escolhas, e não trilhar o caminho que dizem ser melhor para mim. Quem é você para me julgar? Será que você mi conhece u suficiente?
Claro, é fácil sentar e observar a vida alheia. Vocês perceberam que todos já sabem como a mocinha da novela pode sair daquela encrenca? Ou qual seria o personagem melhor para ela. Simples, isso não acontece com você. Deixe-me em paz. Deixe-me viver a minha vida, correr atrás do que eu acredito...
Quero deixar claro que não me curvo aos pés de qualquer um. Para isso precisam me convencer que essa pessoa merece minha admiração. Só porque não fiz o que você acha melhor, eu não mereço sua amizade? Só porque não quis seguir o seu caminho, eu sou ruim?
Talvez se as pessoas que me cercam parassem para analisar a própria vida, não teriam tempo de se meter na minha. Se Eu fiz uma escolha é porque eu sei que vai ser melhor para mim. Não vim pro mundo para obedecer, eu vim para mandar. Não vim para cá para ajudar os outros a realizarem sonhos, eu vim aqui para realizar os meus.
Se eu te incomodo, desculpa, mas não vou trocar meu lugar e muito menos meu jeito de ser por uma pessoa como você. Mas quem é você? Talvez aquela garota que me olha diferente na rua, ou a mulher que critica meu estilo, talvez aquela professora que não se conforma com a aluna que tem.
O importante é que eu tenho amigos, muitas vezes não tão próximos como Eu gostaria, mas que eu posso contar para tudo o que precisar coisa que talvez você não tenha. Se fazer de coitadinho não vai ajudar a conquistar amizades, só vai fazer você se sentir inferior.
A tua felicidade é você quem faz, mas é lógico, do lado de pessoas que não querem destruí-la.
Tudo isso é culpa da Isabô Melina que apronto às 20h42
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R_Londrina_Turismo_Mistral_05/06
Era uma viajem como outras tantas. Apenas eu e meus pais. Nada de extraordinário. Era por volta das duas da tarde e estávamos na área da piscina. Um dia bonito de sol. Meus pais queriam almoçar no Formentera. Eu não queria.
Teria que tomar banho e me trocar. Seria mais fácil ficar por ali e apenas colocar uma roupa por cima do biquíni. Acabei cedendo. Estava pronta, com uma caça jeans, tamanco e uma blusinha branca. Entramos no restaurante e fomos servidos por um garçom. Foi quando te avistei. Estava servindo a mesa ao lado e conversava com um homem. Parei meu olhar algum tempo em você. Não tardou e você me notou. Abriu um sorriso que me deixou vermelha.
Desviei o olhar. Alguns minutos depois e você estava na nossa mesa, trocando algumas palavras com minha mãe, até o momento que trocamos as primeiras frases. Ficamos um tempo conversando, você sem nunca desviar os olhos dos meus.
Você não procurou saber meu nome e nem mesmo minha idade. Não me interessei muito por esses detalhes. Sei seu nome por seu uniforme. Deduzi sua idade. Conversamos o suficiente para que você me disse-se o motivo por estar trabalhando em um lugar como aquele, no que se formara e em qual cidade morava.
Acabado o almoço, sai com meus pais. Mais um sorriso seu. Esqueci o acontecido, e passei o dia normalmente. À noite, me arrumei novamente para o encontro com o Comandante. Noite de gala. Fui ao Maiiorca jantar.
Inesperadamente você surge na minha mesa e cumprimenta meus pais. Algumas palavras do tipo “não atendo a mesa de vocês, mas estarei sempre passando para ver se está tudo bem”, seguidas de um sorriso e uma troca de olhar. Meus pais perceberam o clima e começaram a rir. Aquela noite foi marcada por troca de olhares e sorrisos e também por um pouco de frustração.
Chegara a hora do jantar em que os garçons chamavam algumas mulheres para dançar. Olhava para você ansiosa, e consegui um aceno de mão. Mas outro chegou na frente e me tirou. Acabei dançando com um velho enquanto você olhava frustrado para minha mesa.
Desencanei e fui me sentar. No final, quando já estava saindo do restaurante, em direção à boate, você me segura e diz que ficou chateado por não ter dançado comigo. Sorri. Você disse que estaria me esperando no dia seguinte, no café da manhã. Prometi que iria. Depois disso me afastei.
Algumas palavras tuas com meu pai que logo depois ficaria sabendo que eram sobre mim. Trocamos um último olhar.
No dia seguinte, não pude ir ao café da manhã. E não teria mais jantares. Passei a manhã pensando em você. Já que estava certa que não lembraria mais daquilo depois de sair do navio.
Parece loucura. Em apenas 5 horas você conseguiu mexer comigo. Não sei porque escrevo aqui, já que você nunca vai ler. Mas sei lá. Hoje lembrei de novo de você. Do jeito manso que você falava (da mesma forma que um amigo meu).
Nunca mais vou te ver, e tinha certeza que nunca mais lembraria de você. Mas as lembranças surgiram e eu precisava deixar registrado, para quando me esquecer.
Você deve estar a uma hora dessas servindo outras pessoas e dançando com outras garotas, mas mesmo assim me pego sorrindo ao perceber a besteira que estou escrevendo. Afinal, nunca mais vou te encontrar.
Tudo isso é culpa da Isabô Melina que apronto às 20h33
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[ Manda pra alguém ]
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| [ Dá uma olhada nu passado ] |
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